Em outra pesquisa feita com pessoas que estavam indo para o trabalho perguntou-se a elas “Por que você se acorda todo dia e vai trabalhar?” Apenas ao redor de 5% souberam responder.
Sabemos há muito que entre nós brasileiros frente a produtos ou
serviços de má qualidade e a cobranças indevidas aqueles que reclamam e
que tomam alguma providência também se situam ao redor de 5%.
Como vemos, a maioria absoluta dos seres humanos - não só os brasileiros - vive por viver, não tem noção das razões de ir ao trabalho e se omite frente aos abusos de quem lhe vende produtos ou serviços e de quem lhe cobra além dos contratado. Isto é, vive sem ter consciência da realidade!
Além disto, o sistema econômico majoritariamente vigente não oportuniza à maioria, mesmo àquela que tem formação de alta qualidade, trabalho que lhe remunere dignamente.
Os percentuais são parecidos com os 5% de desemprego abaixo dos quais o sistema econômico que subjuga a humanidade não sobreviverá nos moldes em que o conhecemos.
Seria ingenuidade acreditar que tudo isto ocorre ao natural, que não existe nenhuma influência extra.
Não, tudo isto é fruto da difusão da ideologia das castas dominantes, a ideologia da exploração, a qual nos é apresentada ainda em tenra idade, quando somos forçados a obedecer cegamente, sob o pretexto de que temos que respeitar aos mais velhos. Assim, acostumamo-nos a não reclamar mesmo diante de agressões. Tais agressões não necessariamente são físicas. Aliás, são muito mais de cunho moral, para desmoralizar, fazer baixar a cabeça e trabalhar, rendendo muito mais ao sistema.
Os (de)formadores de opinião, sejam eles religiosos, professores, patrões, pessoas que nos servem de modelos, além, claro, daqueles que militam nos veículos de comunicação de massa e que são muito bem remunerados para condicionarem nossas mentes com a ideologia da exploração que só e tão somente só interessa a uma meia dúzia de pessoas que vivem nababescamente à base do trabalho alheio.
Em média algo como 3,5 mil pessoas são exploradas para darem uma vida de descomunal fartura a apenas um explorador.
Além da necessária conscientização de que a população em geral é carente, o mais prático para que a população possa ter direito de fato a usufruir do seu labor e que a todos seja garantido o direito a trabalhar é todos aqueles aos quais é dado o direito de consumir afastarem-se do consumismo a que somos induzidos pela propaganda 100% enganosa, que visa apenas tirar mais e mais daquela parcela da população à qual o sistema econômico hegemônico permite renda para tal, isto é, dá com uma mão e tira com a outra quando não tira com as duas.
Como vemos, a maioria absoluta dos seres humanos - não só os brasileiros - vive por viver, não tem noção das razões de ir ao trabalho e se omite frente aos abusos de quem lhe vende produtos ou serviços e de quem lhe cobra além dos contratado. Isto é, vive sem ter consciência da realidade!
Além disto, o sistema econômico majoritariamente vigente não oportuniza à maioria, mesmo àquela que tem formação de alta qualidade, trabalho que lhe remunere dignamente.
Os percentuais são parecidos com os 5% de desemprego abaixo dos quais o sistema econômico que subjuga a humanidade não sobreviverá nos moldes em que o conhecemos.
Seria ingenuidade acreditar que tudo isto ocorre ao natural, que não existe nenhuma influência extra.
Não, tudo isto é fruto da difusão da ideologia das castas dominantes, a ideologia da exploração, a qual nos é apresentada ainda em tenra idade, quando somos forçados a obedecer cegamente, sob o pretexto de que temos que respeitar aos mais velhos. Assim, acostumamo-nos a não reclamar mesmo diante de agressões. Tais agressões não necessariamente são físicas. Aliás, são muito mais de cunho moral, para desmoralizar, fazer baixar a cabeça e trabalhar, rendendo muito mais ao sistema.
Os (de)formadores de opinião, sejam eles religiosos, professores, patrões, pessoas que nos servem de modelos, além, claro, daqueles que militam nos veículos de comunicação de massa e que são muito bem remunerados para condicionarem nossas mentes com a ideologia da exploração que só e tão somente só interessa a uma meia dúzia de pessoas que vivem nababescamente à base do trabalho alheio.
Em média algo como 3,5 mil pessoas são exploradas para darem uma vida de descomunal fartura a apenas um explorador.
Além da necessária conscientização de que a população em geral é carente, o mais prático para que a população possa ter direito de fato a usufruir do seu labor e que a todos seja garantido o direito a trabalhar é todos aqueles aos quais é dado o direito de consumir afastarem-se do consumismo a que somos induzidos pela propaganda 100% enganosa, que visa apenas tirar mais e mais daquela parcela da população à qual o sistema econômico hegemônico permite renda para tal, isto é, dá com uma mão e tira com a outra quando não tira com as duas.