A ganância histórica de algumas pessoas
fez delas as detentoras de todo PODER que podemos imaginar, já que elas
controlam de FATO:
- o Estado: executivo, legislativo e judiciário;
- a ECONOMIA;
- os VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL;
- as IGREJAS;
- as INSTITUIÇÕES DE ENSINO; e
- a POPULAÇÃO: no que deve acreditar e o que deve fazer.
As cidades, especialmente, as grandes
são o modelo perfeito para executarem ao menor custo o seu poder e contemplarem
a sua ganância.
A excelência do poder delas se vê na
exclusão, no desemprego, nos maus serviços públicos e concedidos, na omissão da
maioria absoluta das Pessoas e na forma conivente e/ou medrosa com que atuam as
entidades mais representativas da População, como associações de moradores,
sindicatos de trabalhadores e partidos políticos do segmento popular.
Tem como mudar isto?
Mantida a omissão geral das Pessoas,
não há como.
A 1ª coisa que precisa ser feita para
mudar a situação existente é conscientizar a População que a sua omissão é a
causa das agruras de que é vítima.
A quem compete isto?
Como seres sociais que somos, a cada
um de nós. Cada um de nós exercendo a sua Cidadania é possível fazer com que as
associações de moradores e os sindicatos de trabalhadores deixem de ser
comandados por pessoas que visam interesses que não os do Coletivo. Com estas
instituições voltadas aos interesses da População que cada uma representa será
bem mais fácil fazer com que as Prefeituras passem a tratar a População com o
necessário respeito e deixem de ser o ralo por onde escoa ilegalmente 75% do
dinheiro público.
Com tal paradigma positivo na cidade
de cada Cidadão haverá estímulos suficientes para que os 25% restantes do
dinheiro público que vazam ilegalmente pelos ralos dos governos estaduais e
federal passem a atender aos interesses de TODA a População.
Ficarão os dedos e os anéis e
teremos, em fim e de fato, uma República Democrática.